Informativo
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Cateter totalmente implantando - port-a-cath - na quimioterapia
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Tirei a tireoide, e agora?
O tratamento do câncer da tireoide é cirúrgico e, na maioria dos casos, é preciso fazer a remoção total da glândula. Nestes casos, o paciente deixa de produzir o hormônio da tireoide. Cirurgiã oncológica, Dra.
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Hormonioterapia como redutora de risco para câncer de mama
Pacientes com alto risco para o câncer de mama, que têm histórico familiar ou presença de mutação genética que aumente as chances de desenvolver a doença podem atuar para reduzir este risco. Um dos tratamentos possíveis, indicado após avaliação detalhada, é a hormonioterapia, principalmente nos casos em que não é possível fazer a retirada das mamas (cirurgia redutora de risco). Para quem não conhece, a hormonioterapia usa de medicações para bloquear a ação do estrogênio, hormônio que muitas vezes tem papel fundamental no aparecimento do tumor na mama.
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Protese de mama e linfoma
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Centro de oncologia realiza primeira radiocirurgia de Londrina
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Feridas na boca, quando se preocupar?
O câncer acontece pela reprodução descontrolada e desordenada de células que levam à formação do tumor. Isso pode acontecer em todo o corpo. Hoje vamos nos concentrar na língua.
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Radiocirurgia
Eliminação tumoral sem corte, internação ou anestesia geral é possível? Sim! Com o avanço da tecnologia, novas possibilidades terapêuticas surgem. Dentre as mais recentes está a radiocirurgia, procedimento indicado para tumores cerebrais benignos, malignos primários ou metastáticos que é realizada no Centro de Oncologia e Radioterapia de Londrina. “Este é um procedimento feito em uma única sessão, com alta dose de radiação e precisão milimétrica para tratar tumores cerebrais.
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Radioterapia IMRT no câncer de próstata
O câncer de próstata entra em destaque neste mês na campanha Novembro Azul, um alerta importante visto que a grande maioria dos casos da doença não tem sintoma, o que retarda o diagnóstico. A maneira mais eficiente de diagnosticar precocemente a doença e elevar as chances de cura é realizar anualmente os exames de sangue (para medir o PSA) e o toque retal para todos os homens a partir dos 50 anos. Uma vez identificado o tumor, é a hora de buscar tratamento.
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Qual o papel do oncologista clÃnico?
Esta é uma questão frequente, afinal, diferente de especialidades rotineiras como ginecologista, cardiologista e pediatra, a oncologia clínica entra em cena, na maioria das vezes, quando há um diagnóstico de câncer. Especialista na área, Dra. Laura Maria de Jesus Moreira explica que a oncologia clínica é a especialidade que vai acompanhar o paciente praticamente durante todo o tratamento.
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Câncer de pele
Ele é dividido em dois grupos: o não melanoma (mais comum) e o melanoma (mais grave e menos comum). O não melanoma é o câncer com mais casos no Brasil, como explica a cirurgiã oncológica Dra. Alessandra Spironelli, do Centro de Oncologia e Radioterapia de Londrina.
