Informativo
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Reposição hormonal em pacientes com tumores ginecológicos
Esta é uma informação muito importante. A estatística aponta que cerca de 40% dos diagnóstico de tumores ginecológicos acontece na pré ou perimenopausa. “São mulheres jovens que passam pelo tratamento oncológico seja com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia e, por conta do tratamento, elas podem vir a ter uma menopausa induzida e com sintomas mais severos quando comparado à menopausa natural”, relata Dra.
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Nódulo na tireoide
A tireoide é uma glândula que fica na parte da frente do nosso pescoço. É ela que produz hormônios que regulam o nosso metabolismo. Em alguns casos, pode aparecer um nódulo na região e é muito importante procurar ajuda médica para o correto diagnóstico.
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Automedicação e câncer
A automedicação é uma ação imprudente. Ela parte do princípio de que a pessoa sabe o que tem e qual o remédio mais eficaz para aquele sintoma ou doença. Entretanto, a medicina não é uma ciência exata, nem tampouco o que serviu para o vizinho serve para você.
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Câncer no endométrio
Este é um tumor ginecológico que acomete o tecido (membrana) responsável por revestir a parede interna do útero. Se descoberto precocemente, o prognóstico costuma ser positivo. Quem explica é o cirurgião oncológico, Dr.
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Radioterapia IMRT
Esta é a sigla para a Radioterapia de Intensidade Modulada, uma tecnologia mais recente que tem como diferencial a definição exata do volume-alvo a ser tratado para preservar os tecidos saudáveis que estão ao redor. Quem explica melhor é o Dr. Miguel Gabriel Neto, radioterapeuta.
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Imunidade e câncer
É comum ouvirmos ou lermos as palavras “imunossupressão", pessoas "imunossuprimidas", “imunodeprimidas” ou ainda “imunocomprometidas” quando se fala em tratamento de câncer. Isso significa que os mecanismos normais de defesa contra infecções estão comprometidos e, portanto, a pessoa é parcialmente ou totalmente incapaz de se defender. “É um dos efeitos mais temidos de muitas drogas utilizadas no tratamento do câncer.
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Terapia-alvo, medicina de precisão no combate ao câncer
O avanço nas pesquisas dentro da oncologia, principalmente no que diz respeito ao mapeamento genético das células tumorais, aumentou o leque de terapias que podem ser usadas para tratar ou controlar a doença. Dentre elas está a terapia-alvo, que personalizou ainda mais o protocolo para cada paciente, avaliando diversos itens como saúde do paciente, tipo de tumor, estadiamento da doença e presença de marcadores específicos com mutações conhecidas que são atingidas pela terapia-alvo. Dra.
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Câncer de rim
Existem vários tipos de câncer de rim, sendo o carcinoma de células renais o tipo mais comum, somando cerca de 90% dos casos. É um câncer de menor incidência, em torno de 3% do total de casos, o que não significa que devemos ignorá-lo. Oncologista clínico, Dr.
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Neuropatia periférica e quimioterapia
Dormência, formigamento, perda de força e até mesmo dores nas extremidades (mãos e pés) estão entre os possíveis efeitos colaterais da quimioterapia. Estes sintomas são decorrentes da neuropatia periférica, neste caso, induzida pela quimioterapia. “É um efeito colateral relativamente comum, o que não significa que todo paciente que faz quimioterapia terá.
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Estadiamento do câncer: você sabe o que isso significa?
Quando há um diagnóstico de câncer, é uma prática da oncologia classificar o grau de estadiamento da doença. O cirurgião oncológico Dr. Rafael Onuki Sato explica que o oncologista verifica a evolução do câncer para fazer essa avaliação.
